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Desafios dos Recursos Humanos no treinamento e desenvolvimento dos profissionais de finanças do país

relações humanas

O mundo dos negócios é condicionado por uma série de variáveis, dentre elas, a sociedade do conhecimento, onde este passa a construir um forte diferencial competitivo nas organizações.

No caso do profissional de finanças, embora o mercado seja aquecido – por se tratar de um serviço necessário e indispensável a qualquer empresa – uma pesquisa do ManpowerGroup, revelou que no Brasil os contadores e profissionais de finanças ocupam o 9º lugar no ranking das profissões mais carentes de profissionais. Esse panorama é um pouco melhor a nível mundial, onde ocupam o 7º lugar.

Nesse sentido, é de suma importância que as empresas estejam preparadas para formar, amadurecer e reconhecer os profissionais de finanças de casa garantindo a retenção do conhecimento do negócio e uma continuação de sucesso para os próximos anos. O papel do profissional de Recursos Humanos é fundamental nesse processo.

 

Cenário

A pesquisa Escassez de Talentos 2015 do ManpowerGroup revela que 20% dos empregadores das Américas relataram que a escassez de talentos tem um forte impacto nos relacionamentos com os clientes e, 32% relatam um impacto de efeito médio.

Dentre as consequências desse cenário, a redução na capacidade de atender os clientes ocupou o primeiro lugar no ranking, sendo citado por 39% dos empregadores entrevistados; o impacto negativo sobre a produtividade e competitividade foi citado por 37% dos entrevistados; três em cada dez (30%) acreditaram que a escassez de talentos levará a maior rotatividade de empregados, e 25% esperaram por maiores custos e remuneração.

O motivo para essa dificuldade em preencher as vagas foi apontado pelos profissionais de relações humanas (RH) das empresas. A falta de candidatos disponíveis foi o principal deles.

A proporção com este problema aumentou de 25% em 2014 para 34% em 2015.

Enquanto isso, a porcentagem de empregadores das Américas que acham uma falta de habilidades ‘hard’ nos seus candidatos caiu 24% em 2015, comparado com 34% do ano anterior. A proporção que identifica a falta de candidatos com qualificações profissionais relevantes para a sua atividade industrial caiu de 17% para 12% neste ano, mas é o principal déficit de habilidades ‘hard’, segundo os empregadores.

Em 2014, a falta de experiência foi o segundo motivo mais importante pela Escassez de Talentos na região. No entanto, a proporção de empregadores que relatam isso como um problema em 2015 caiu de 29% no ano passado para 22% este ano.

Outros dois motivos importantes foram citados:

Candidatos que buscam uma remuneração melhor que a oferecida são um problema para 12% dos empregadores, enquanto que 11% identificam a falta de competências de trabalho como um problema.

 

Papel dos Recursos Humanos

Tendo em vista os dados da Pesquisa acima citada, Sabrina Sato, Human Resources Business Partner na Carlson Wagonlit Travel, acredita que o profissional de Finanças bem preparado é muito assediado pelo mercado e em pouco tempo pode ter seu salário aumentado consideravelmente como estratégia de atração e retenção.

Sabrina salienta o papel do profissional de Recursos Humanas no desenvolvimento da área financeira de uma empresa. “Os Recursos Humanos tem um papel fundamental no sentido de estar próximo ao negócio para entender as necessidades de conhecimento e especialização do time de finanças a fim de poder influenciar e direcionar o desenvolvimento de seus talentos na organização”, justifica.

Ela destaca os três maiores desafios da profissão no que diz respeito aos treinamentos para profissionais de finanças no país:

 

“Ter essa clareza de que o RH consonante com o negócio possibilita um melhor desenho dos programas, suporta, principalmente, a tomada de decisão no timing certo para propor e executar os diversos planos de ação necessários para preparar os profissionais adequadamente: há aqueles que precisarão de formações rápidas para gerar soluções imediatas e necessárias ao negócio no curto prazo bem como aqueles que serão preparados não apenas em treinamentos formais, mas em exposição aos desafios do negócio no dia-a-dia para amadurecer profissionalmente e desenvolver as habilidades necessárias para desafios ainda maiores no futuro”, finaliza.

 

Fontes:

“A evolução da área de recursos humanos frente ao ambiente de mudanças organizacionais” por Daiana Mildeberger

“Pesquisa de escassez de talentos (2015)” por Manpowergroup

“O RH e as demandas de treinamentos” por Rubens Pimentel Neto

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