[vc_row][vc_column][vc_column_text]shpQue profissionais qualificados são peças-chave para o desenvolvimento de um negócio, a maioria dos contratantes sabe. Porém, conhecimento e experiência podem não ser suficientes para se chegar ao reconhecimento no mundo atual. É preciso, acima de tudo, ética.

Em se falando da área de finanças, a profissão é movida por restritos códigos de conduta, regularização e legislação.

A prestação de contas, por exemplo, é um dos elementos decisivos na realização de um projeto, em um financiamento público ou uma campanha eleitoral, entre inúmeros outros exemplos. Ela se apresenta como um importante instrumento para a transparência no processo de gestão das organizações e precisa ser levada a sério.

Assim, poder e responsabilidade muito grandes são delegados ao profissional de finanças.

A ACCA (Association of Chartered Certified Accountants), é uma das Associações de profissionais de Finanças mais conceituadas do mercado e sua preocupação em garantir que os membros pratiquem os mais altos níveis de conduta ética é uma das razões para tamanha credibilidade.

Ao prezar pela qualificação no currículo de seus funcionários, fica mais que evidente a preocupação da empresa com o valor moral e técnico de seu negócio, uma vez que aquele que deseja se tornar um membro ACCA deve se submeter a 14 exames (nove de quais tem possibilidade de isenção), um modulo de ética e comprovar 3 anos de experiência profissional.

É dever do contratante que preze pela qualificação, portanto, proporcionar condições para que seus funcionários se certifiquem, seja com auxílio financeiro, flexibilidade de horário para estudo, ou, mais ativamente, oferecendo cursos preparatórios internos para garantir uma equipe comprometida e competente, elevando assim a posição da empresa no mercado global.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”24px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_separator color=”orange” style=”dashed” border_width=”2″ el_width=”80″][vc_column_text]Fontes:

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